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14.06.16 - APM promove Simpósio de Acadêmicos de São Paulo


Fotos: Osmar Bustos

Fortalecer a integração de entidades acadêmicas, por meio de grupos de pesquisa, foi um dos temas discutidos no encontro

Para debater os anseios das ligas acadêmicas estudantis no que tange ao ensino, pesquisa e extensão, em 11 de junho, o Comitê de Acadêmicos da Associação Paulista de Medicina promoveu o Simpósio Estadual de Acadêmicos de Medicina de São Paulo. O encontro contou com representantes da Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas de Medicina (Ablam), da Associação dos Estudantes de Medicina de São Paulo (Aemed-SP) e da Federação Internacional da Associação de Estudantes de Medicina do Brasil (IFMSA). 

"O intuito do evento é promover a integração das entidades acadêmicas aqui presentes”, ressaltou Marcos Takeichi Yoshino, presidente do Comitê de Acadêmicos da APM, estudante do 4º ano da Universidade Santa Marcelina.

Leandro Ryuchi Iuamoto, vice-presidente da Ablam, aluno do 6º ano da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), traçou um panorama atual das instituições acadêmicas brasileiras e defendeu um grupo de pesquisa multicêntrico. "O modelo de ligas acadêmicas muitas vezes tem dificuldades de gestão, tendo o encerramento ou desativação do grupo por um tempo. A pesquisa fica descontinuada e se dispersa. Assim, os grupos têm se organizado, em eventos como esse, para incentivarem uma interliga, por exemplo”, ressaltou.

Dessa forma, Iuamoto afirmou que grupos de pesquisa são fundamentais no processo de inovação e solução de problemas, e a tendência é o surgimento de redes de cooperação nacional e internacional, o que aumenta o número e a relevância de produções científicas.

Representando a Aemed-SP, Murilo Germano, aluno do 5º ano da FMUSP, destacou que, por terem visões político-pedagógicas distintas, "há dificuldades de as universidades e os professores conversarem em uma linguagem padrão. Dessa forma, para ele, "a pesquisa é uma linguagem comum das universidades”.

O vice-presidente interino da IFMSA, Andrey Cruz, estudante de Medicina da PUC-SP, concordou: "Todos falam a mesma linguagem, quando incentivamos a pesquisa e extensão. E as entidades e estudantes de Medicina discursando, nesse mesmo sentido, temáticas relacionadas à educação médica, é de se valorizar”, reforçou.

O Simpósio apresentou propostas para o sistema de pontuação acadêmica nos programas de intercâmbio, extensão e participação em eventos; na atenção primária de saúde, como campanhas e mutirões em UBSs; e em olimpíadas médicas, com aplicação de provas que visam, sobretudo, estimular os alunos a estudarem melhor o ciclo básico.

O evento também apresentou aulas sobre o Zika vírus e suas implicações, conduzidas por Marcos Vinicius da Silva, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, Leonardo Valladão, médico assistente do ambulatório de pré-natal de alto risco da Santa Casa de São Paulo, e Marcia de Freitas, neonatologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

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